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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Obesidade

Mäyjo, 26.05.20

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A obesidade é o maior problema de saúde na atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais.
Na China, o país mais populoso do mundo, estimativas revelam que o percentual de obesos já atingiu 15% da população, enquanto que o percentual de subnutridos é de 11%. A agravante é que à medida que diminui o percentual de subnutridos, aumenta o de obesos. 
Nos EUA, pesquisas mostram que 30% dos americanos são obesos, mas esse número provavelmente deve ser maior, cerca de 50%, isto porque os americanos têm critérios avaliativos pouco rígidos, diferentes dos critérios mais rígidos dos europeus. 
Na Europa e Japão a obesidade atinge 20% da população. 
As principais causas da obesidade é o alto consumo de alimentos não saudáveis, sedentarismo e consumo de alimentos industrializados. 
A OMS (Organização Mundial de Saúde) criou um termo chamado “globesidade” decorrente das mudanças ocorridas no processo de globalização. Mas esse problema não se restringe aos ricos e à classe média, é também problema dos pobres.

Efeitos do Coronavírus

Mäyjo, 07.03.20

O novo coronavírus, COVID-19, para além das consequências em termos de saúde, também provoca consequências no turismo que já são “visíveis” através de fotografias de satélite.

Após as imagens da NASA e da ESA que mostraram a redução da poluição na China, os satélites que monitorizam a Terra voltam a mostrar outros efeitos colaterais do novo coronavírus. Agora os as imagens mostram alguns pontos turísticos que já “sentem” os efeitos desta epidemia.

As fotografias aéreas são divulgadas pela empresa de tecnologia espacial Maxar e mostram o antes e o depois de espaços normalmente bastante movimentados, agora com muito menos pessoas.

As imagens dos “antes” remontam há uns meses, as do “agora” apenas há alguns dias, com diferenças óbvias. Os “visados” incluem atrações turísticas, destinos religiosos, mas também aeroportos, esvaziados à medida que se cancelam viagens de negócios e de lazer.

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Ruas de Wuhan - China

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Praça Tiananmen - Pequim

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Santuário de Fátima Masumeh-Qom

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Duomo - Milão

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Grande Mesquita de Meca

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Aeroporto de Teerão - Irão

 

 

 

 

 

 

Exposição ambiental a tóxicos pode desencadear demência

Mäyjo, 02.03.18

Pode haver uma relação directa entre a exposição a produtos tóxicos e o desenvolvimento de estados de demência como a doença de Alzheimer. O alerta é lançado por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro, que liderou um estudo pioneiro agora divulgado.

 

Segundo os responsáveis da investigação, quanto maior for a presença de elementos potencialmente tóxicos no organismo pior será o desempenho cognitivo. Realizado com um grupo de idosos de Estarreja, o trabalho da UA vai mais longe: os participantes com demência foram mesmo os que tinham no organismo valores mais elevados de alguns metais, como o alumínio e o cádmio.

Coordenado pelas investigadoras Marina Cabral Pinto e Paula Marinho Reis, da unidade de investigação Geobiociências, Geoengenharias e Geotecnologias (GeoBioTec) da UA, a investigação pretendeu esclarecer o nível de impacto que a exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos tem no desempenho cognitivo. Para tal, foi escolhido um grupo de mais de 100 adultos e idosos, com uma idade superior a 55 anos, e residentes permanentes em Estarreja, uma cidade inserida numa área industrializada.

Alumínio, cádmio, cobre, chumbo, zinco e mercúrio foram alguns dos elementos químicos que as investigadoras analisaram na urina, sangue e cabelo dos cem participantes no estudo e aos quais foram realizados vários testes cognitivos.

Os resultados revelaram que os participantes com pior desempenho cognitivo, equivalente a um estado de demência, apresentavam valores mais elevados de alguns elementos potencialmente tóxicos. “Para já esta é uma relação que resulta apenas dos modelos estatísticos obtidos e é necessário garantir que não se trata de um resultado fortuito”, afirmou a investigadora Marina Cabral Pinto.

O que provoca então a demência? Apesar do vasto investimento científico e dos muitos progressos conseguidos pela comunidade científica, a demência continua sem ter um tratamento curativo e as causas deste declínio cognitivo não são totalmente conhecidas. Factores como a idade e aa exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos “têm sido sugeridos como estando associados ao aumento de risco de desenvolvimento de demência e da doença de Alzheimer durante o envelhecimento”.

Para já este estudo vai avançar para novas paragens, com a equipa de investigação a estabelecer uma parceria com a Universidade de Cabo Verde.  “A realização do projecto em Cabo Verde vai ser muito importante, pois temos ilhas com maior potencial de exposição, como a ilha de Santiago, mas temos outras em que não há fontes de poluição conhecidas, como a ilha do Maio, por exemplo”, antecipa Marina Cabral Pinto. Será “muito interessante, verificar se há ou não diferenças no desempenho cognitivo dos idosos em ambientes tão diferentes”.

“Acreditamos que uma nova plataforma de dados que combine dados geoquímicos, epidemiológicos, sociológicos, neurológicos e neuropsicológicos possa melhorar a nossa compreensão da relação entre a exposição ambiental e os factores promotores do declínio cognitivo”, concluem as investigadoras.

Foto: via Creative Commons 

Fonte: Greensavers

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS AMEAÇAM AVANÇOS DOS ÚLTIMOS 50 ANOS NA SAÚDE MUNDIAL

Mäyjo, 24.07.17

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As alterações climáticas ameaçam destruir os progressos feitos ao nível da saúde mundial nos últimos 50 anos. A conclusão é de um novo estudo da Lancet e da London’s Global University (UCL), apoiado pela Organização Mundial da Saúde.

 

“Encaramos as alterações climáticas como um grande problema de saúde e esta situação é frequentemente negligenciada pela esfera política”, afirma Anthony Costello, director do Instituto de Saúde Global da UCL e vice-presidente da comissão de especialistas que elaborou o estudo, cita o Guardian.

A análise conclui ainda que os benefícios para a saúde resultantes da diminuição do uso de combustíveis fósseis são tão grandes que travar o aquecimento global é também uma grande oportunidade para melhorar a saúde da população mundial do século XXI.

“A nossa trajectória corrente, que aponta para 4°C de aquecimento, é algo que queremos evitar e que pode ter potenciais efeitos catastróficos para a saúde e sobrevivência humana e que poderá aniquilar todos os esforços feitos no último meio século para melhorar a saúde mundial”, indica o investigador.

A investigação, bastante abrangente, estabelece os riscos directos para a saúde, como ondas de calor, secas e inundações, mas também os riscos indiretos, decorrentes da poluição atmosférica, propagação de doenças, fome e doenças mentais.

Entre as principais recomendações da comissão responsável pelo estudo está o abandono da energia fóssil, especialmente do carvão, responsável por milhões de mortes anuais prematuras através da poluição atmosférica. O documento indica ainda que a principal barreira à transição para uma energia de baixo carbono – e respectivos benefícios inerentes para a saúde – são os interesses políticos e não a falta de financiamento ou tecnologia.

Foto: aaardvaark / Creative Commons  

BIKINI INTELIGENTE QUE DETETA RAIOS UV DIZ-LHE QUANDO TEM DE APLICAR PROTETOR SOLAR

Mäyjo, 02.07.17

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Todos sabemos que o protetor solar é de uso obrigatório quando se vai à praia. Mas para garantir uma protecção eficaz não basta aplicar protector uma só vez: é um gesto que deve ser repetido várias vezes ao dia e depois de ir à água, mesmo se o seu protector indicar que é resistente à água.

 

Para tornar esta tarefa mais fácil, a Spinali Design criou uma linha de bikinis inteligentes com sensores UV que lhe enviam uma mensagem para o seu smartphone quando já tiver apanhado sol suficiente. Basta indicar o seu tipo de pele na aplicação que o sensor irá monitorizar a sua exposição solar e indicar-lhe quando é hora de voltar a aplicar protector solar ou procurar um local mais fresco, escreve o Ecouterre.

Os novos bikinis inteligentes estão disponíveis em vários modelos e cores e se não gostar da ideia de vestir uma peça de roupa com sensores, a Spinali tem também toalhas de praia que funcionam tal como os bikinis. O preço das toalhas começa nos €102 e dos bikinis nos €154.